Quando a cirurgia entra no tratamento
A cirurgia entra quando o remédio deixa de resolver, quando a obstrução começa a cobrar preço alto, afetando bexiga ou rim, ou quando o diagnóstico é de tumor localizado.
- Medicamento para a próstata que perdeu efeito
- Retenção de urina, com necessidade de sonda
- Infecção urinária que volta várias vezes
- Cálculo que não sai sozinho ou trava o rim
- Sangue na urina que se repete
- Câncer de próstata ou tumor de rim localizado
Do consultório à alta
Da consulta à alta, o caminho tem três etapas e nenhuma é pulada. Primeiro os exames, depois a liberação para operar e então a internação.
Consulta com os exames
PSA, laudo da biópsia e exames de imagem, quando já existe diagnóstico. É o que define o estadiamento e a técnica.
Liberação para operar
Cardiologista e anestesista avaliam o risco cirúrgico, e o termo de consentimento é assinado antes da internação.
Cirurgia e alta
Na prostatectomia robótica, a alta costuma sair no primeiro dia de pós-operatório, com a sonda, retirada no consultório entre 7 e 10 dias.
Perguntas frequentes
Depende do órgão, do diagnóstico e do tamanho. Câncer de próstata localizado e tumor de rim costumam ir para a cirurgia robótica; próstata aumentada sem câncer costuma ir para o laser (HoLEP), e acima de 120 a 130 gramas a via robótica costuma ser a indicada, com exceções; cálculo renal é tratado por via endoscópica. A definição sai da consulta, com os exames em mãos.
Sim. As cirurgias desta página são hospitalares e envolvem internação, com tempo que varia conforme a técnica e o caso. Na prostatectomia robótica, a alta costuma sair no primeiro dia de pós-operatório. Os procedimentos ambulatoriais ficam em outra categoria, na página de Procedimentos.
Pode, e é comum. Leve os exames de imagem, o PSA e, se houver, o laudo da biópsia. Com eles em mãos, a consulta consegue dizer se o caso é cirúrgico, qual técnica se aplica e o que esperar da recuperação, mesmo que a indicação tenha vindo de outro serviço.
Na maioria das vezes, sim. Idade avançada e doenças associadas não excluem a cirurgia por si só, e as contraindicações absolutas são poucas. Quem decide é a avaliação pré-operatória, feita com cardiologista e anestesista antes de qualquer agendamento.

Conteúdo escrito
e revisado por
Dr. Fábio Lepper
Urologista | CRM-SC 13.635 | RQE 7108
Atualizado em
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Se você já possui PSA, ultrassom, ressonância magnética, biópsia ou outros exames, lembre-se de levá-los à consulta.
Com essas informações, o Dr. Fábio Lepper poderá avaliar seu caso de forma mais completa, esclarecer suas dúvidas e orientar os próximos passos de maneira individualizada.


